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SURTOS PSICÓTICOS EM GOIÁS E NO BRASIL CADA VEZ MAIS COMUNS...ACESSOS DE FÚRIA EM IPAMERI, GO E EM TODO MUNDO.
É o segundo surto NO MUNICÍPIO DE Ipameri, estado de Goiás, publicado, o primeiro foi há 09 meses atrás, ceifou vidas...
então?
quando a polícia vai pegar esta organização criminosa laboratorial que "constrói psicopatas, induz ao suicídio, induz ao homicídio e cria, produz surtos em cidadãos comuns" através do mind control e da PSIcotronia?
é um laboratório aberto no qual pessoas são apreendidas e não tem a consciência do que trabalha silenciosamente em suas mentes e psiques, principalmente durante o sono noturno...a consciência de que está preso a um campo psíquico indutivo de experimentações é a única defesa que cidadãos tem, mas não acreditam nas publicações, mesmo cientificistas e denunciativas sobre este modus operandis marginal, portanto, "a coisa tá se tornando diária no Brasil e vai piorar", assim como em todos os países do mundo.
Cidadão tem duas opções, acreditar que os ativistas e vítimas denunciantes deste sistema faltam com a verdade ou ir a luta, pesquisar, se informar e buscar proteção pra si e familiares contra o "chamado crime silencioso" que só eclode de forma violenta, através de ataques diversos. E não busque PSIS, é uma das classes mais negacionistas e confundem as vítimas com usuários de drogas atentando contra elas até com ameaças de "internação" para que parem denunciar. Não é caso para tarjas, favorecimento as indústrias que criam doenças para lucrar, é caso para Poder Judiciário e Direitos Humanos, e só através de IP.
Que Deus nos ajude!
ANEXO OUTRO VÍDEO DO SURTO OCORRIDO HÁ 09 MESES ATRÁS, https://youtu.be/kFnCVJr0yRo muito não é publicado neste município, inclusive, há também o processo de indução mental suicida com resultado positivo aos experimentadores.
Naly de Araújo Leite
https://youtu.be/iI4UHEJlI7E
Homens estão entre as principais vítimas de suicídio
Morte autoprovocada é quase quatro vezes maior entre homens e a terceira principal causa de óbito na faixa de 15 a 29 anos, apontam dados oficiais
Fenômeno complexo e multifatorial, o suicídio é quase quatro vezes mais incidente entre homens, conforme aponta o Ministério da Saúde. Nesse público, são 9,9 mortes autoprovocadas por 100 mil habitantes. Já entre as mulheres são 2,6 casos por 100 mil. Os dados são referentes a 2019 e integram o Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas e Agravos Não Transmissíveis no Brasil 2021-2030.
No Espírito Santo, o Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DataSus) registra 56 mortes causadas por lesões autoprovocadas de janeiro a agosto de 2022, sendo 48 notificações referentes a homens e 8 com vítimas mulheres. Conforme a Organização Mundial de Saúde (OMS), 78% dos casos de autoextermínio em 2019 tiveram homens como vítimas. Já as mulheres somam 22%.
O Boletim Epidemiológico 33, publicado em 2021 pelo Ministério da Saúde, corrobora essa explicação e aponta que “(...) homens apresentam um maior risco de morte por suicídio em relação às mulheres. Não obstante, mulheres apresentam maiores prevalências de ideação e tentativas de suicídio”.
Faixa etária
O recorte de idade também chama a atenção nos casos de autoextermínio. Dados de 2021 da OMS revelam que o suicídio é responsável por uma morte a cada 40 segundos no mundo e representa a segunda maior causa de mortes entre jovens de 15 a 29 anos de idade, superada apenas pelos homicídios e acidentes de transporte.
Maria Carmen Viana explica que o grupo vive uma série de pressões para as quais, muitas vezes, não existem ferramentas para o enfrentamento. “Os jovens, em geral, têm menor capacidade de gerenciar conflitos e controlar impulsos. Muitas incertezas e inseguranças, crises existenciais, amorosas, profissionais, financeiras e por aí vai. Além de eclosão de problemas de saúde mental, como ansiedade e depressão, e uso de álcool e outras drogas”, cita a médica.
O Boletim Epidemiológico 33 aponta também baixa autoestima, experiências adversas pregressas - como abusos físicos e sexuais pelos pais ou outras pessoas próximas - falta de amigos e suporte de parentes, exposição à violência e discriminação no ambiente escolar como fatores motivadores dos suicídios cometidos por jovens. “É uma resposta definitiva para um problema transitório”, sintetiza Maria Carmen Viana.
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